Quem já jogou um jogo de Zelda sabe: a fórmula é simples. Encontre uma ferramenta, abra uma porta, encontre uma ferramenta melhor. Esse ciclo perfeito inspirou uma geração de jogos, muitos dos quais nunca saem do anonimato. Enquanto títulos como Tunic ou Death’s Door ganham destaque, outros permanecem escondidos no fundo da lista de recomendações.
Os 9 melhores Zelda-likes que ninguém joga
9. Ocean’s Heart (2021)
Uma jovem chamada Tilia parte em busca do pai desaparecido após um ataque de piratas. O jogo mistura o clima de aventura com toques de humor e um mundo de ilhas com um toque de encanto nostálgico. Há uma cidade guardada por guerreiros obcecados por halterofilismo e até uma missão sobre aniversário de um cachorro. A progressão é clássica: ferramentas novas abrem caminho para áreas antes inacessíveis.
8. The Adventures of Elliot: The Millennium Tales (2026)
Desenvolvido pela equipe de Octopath Traveler, o jogo segue Elliot, um aventureiro que descobre portais para diferentes eras da história de Huther. O mundo se repete em quatro temporadas, mas com mudanças significativas. A jogabilidade é fiel ao estilo Zelda: espada, bombas, arco e boomerang. As dungeons são desafiadoras e os segredos se revelam com exploração cuidadosa.
7. Master Key (2024)
Um jogo minimalista com visuais em paleta de Game Boy. Você controla uma raposa que encontra uma chave gigante — quase uma arma — e precisa decifrar pistas em desenhos para avançar. O jogo tem um visual preto e branco, mas permite trocar cores. Há até um pedaço de espada presa em uma pedra que drena sua vida ao tentar puxá-la.
6. Prodigal (2020)
Um jogo no estilo Game Boy Color que mistura aventura com elementos de simulação de relacionamento. Oran volta para sua cidade natal após anos de ausência e descobre que precisa resolver problemas dos moradores para ganhar confiança. Algumas pessoas podem se tornar namoradas. Cada dungeon entrega uma nova habilidade, como em qualquer Zelda clássico.
5. Pipistrello and the Cursed Yoyo (2025)
Pippit é um morcego que quer vencer torneios de yoyo, mas acaba com uma alma maldita presa em seu brinquedo. Cada bairro da cidade tem um chefe e um novo poder de yoyo. O jogo tem um sistema de dívida: quanto mais você compra, mais arriscado fica o combate. A trilha sonora inclui composições de Yoko Shimomura — ex-Street Fighter II e Kingdom Hearts.
Esses jogos não são apenas cópias. Cada um traz um toque único — desde ferramentas incomuns até narrativas mais íntimas. Ainda assim, todos seguem o coração do gênero: explorar, descobrir, crescer.
Se você curte o estilo de Zelda, mas quer algo diferente — ou esquecido —, vale dar uma olhada nesses títulos. Alguns estão disponíveis no Brasil por preços acessíveis em plataformas como Steam e itch.io.
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