Apesar de nunca se interessar muito por gemas ou minerais, o jornalista Elie Gould descobriu um novo prazer com o jogo de simulação Abyssal Lapidary. No demo, ele assume o papel de um lapidário, encarregado de cortar, lixar e polir minerais para transformá-los em gemas preciosas.
O jogo começa com o jogador em uma casa grande, parte de um negócio em declínio, mas com um ambiente acolhedor — inclusive com varanda. As portas do andar de baixo estão trancadas, mas há acesso a uma oficina para consertar ferramentas, um local para quebrar rochas e um balcão para atender clientes.
Na rotina diária, pessoas aparecem para comprar pedras ou vender minerais que podem ser minerados. Há também um personagem procurando artefatos raros, um empréstimo suspeito e uma senhora vendendo chá — que, por enquanto, ainda é um mistério.
Após vender algumas peças, o jogador ganha reputação suficiente para conseguir a Licença de Prata, liberando o uso da mesa de facetagem. É aí que começa o verdadeiro coração do jogo: transformar rochas brutas em gemas com cortes precisos, como o corte simples, o corte mesa ou o corte ponto.
Segundo Gould, o processo exige concentração — cortar demais ou de menos reduz o valor da pedra. A mecânica é lenta, mas há opções para avançar o tempo, evitando longos períodos de inatividade. O ritmo tranquilo e metódico do jogo é parte da sua atração.
Apesar de ainda não saber diferenciar um granada de um crisoberilo, o jornalista admite que o título já despertou seu interesse por minerais — e talvez, no futuro, ele consiga identificar cada pedra com precisão.