Afterworld, o mais recente lançamento da Paradox Interactive, promete ser um jogo de estratégia mais acessível, mesmo para aqueles que não costumam jogar esse gênero. Durante uma prévia, o diretor do jogo, Dan Lind, destacou que a proposta é criar uma experiência intuitiva e divertida.
No jogo, os jogadores devem garantir a sobrevivência de sua tribo em um mundo pós-apocalíptico nos Estados Unidos. Desde o início, é possível escolher a origem da tribo e como ela lidou com momentos críticos da sua história, como crises de alimento e conflitos internos. Essas escolhas impactam diretamente o desenvolvimento da tribo ao longo do jogo.
Os jogadores podem explorar um mapa que representa os Estados Unidos, com áreas aleatórias que se transformam em diferentes cenários a cada nova partida. Por exemplo, Nova York pode ser um buraco no chão em uma jogada e, em outra, ser governada por reis mutantes. Além disso, a interação com outras sociedades e líderes, conhecidos como Ancients, traz um elemento de estratégia adicional, onde é possível optar por confrontá-los ou se submeter às suas regras.
Uma das mecânicas mais interessantes de Afterworld é a evolução das identidades da tribo, que podem resultar em consequências inesperadas, como o surgimento de híbridos humano-peixe devido a decisões tomadas durante o jogo. Lind mencionou que a dinâmica entre os personagens controlados pela IA e suas interações cria uma “sopa infinita” de possibilidades, tornando cada jogada única.
Com um enfoque em acessibilidade e variedade, Afterworld se apresenta como uma excelente opção para os fãs de estratégia e também para novos jogadores que buscam uma experiência envolvente e divertida.