Onimusha: Way of the Sword tenta explorar diversas direções em sua narrativa e jogabilidade, mas isso acaba tornando sua identidade um pouco confusa. Apesar disso, o jogo se destaca por um sistema de combate responsivo e recompensador, além de momentos de humor que tornam a experiência mais leve.
Pontos positivos:
- Combate satisfatório e flexível
- Autosaves generosos
- Momentos engraçados (às vezes intencionalmente)
Pontos negativos:
- Tom inconsistente
- Dificuldade irregular
- Problemas de ritmo na metade do jogo
Embora você colete almas de inimigos derrotados, Onimusha: Way of the Sword não se encaixa no gênero Soulslike. Se você já tentou jogos desse tipo e sentiu que não estava progredindo, este pode ser o título ideal. A única penalidade por morrer é ser enviado de volta ao último autosave, a dificuldade aumenta gradualmente e, surpreendentemente, você pode pausar o jogo. O título também oferece opções de acessibilidade, como legendas maiores.
O jogo é ambientado em Kyoto e segue o samurai Miyamoto Musashi, que, após ser emboscado por criaturas chamadas Genma, é enviado ao inferno, mas acaba sendo ressuscitado por meio de um artefato que lhe concede poderes para lutar contra esses seres.
Durante a jogatina, percebi que o jogo oscila bastante em termos de narrativa. Em alguns momentos, a gozação e o tom leve se destacam, enquanto em outros, tenta criar momentos dramáticos que não parecem naturais. A dificuldade também é um aspecto que varia muito, começando fácil e aumentando de forma imprevisível em algumas partes, o que pode frustrar os jogadores.
Em geral, Onimusha: Way of the Sword é uma experiência divertida, que permite ao jogador se familiarizar com as mecânicas de combate antes de enfrentar desafios mais difíceis. O jogo oferece uma variedade de movimentos de contra-ataque, sendo que alguns são mais exigentes, mas recompensadores.