O Asus ProArt P16 com SoC RTX Spark é um dos laptops mais ambiciosos do mercado atual. Com uma tela OLED de 16 polegadas, resolução 3K, taxa de atualização de 120 Hz e cobertura de cor DCI-P3 completa, ele entrega uma experiência visual impressionante — ideal para criativos e entusiastas de qualidade visual.
Na parte de desempenho, o coração do dispositivo é o SoC RTX Spark N1X da Nvidia, com 20 núcleos Arm (10 de alto desempenho e 10 de eficiência) e um GPU Blackwell com 6.144 CUDA cores. Isso permite que o laptop rode jogos pesados até mesmo em bateria, com uma experiência fluida e impressionante para um dispositivo móvel.
Além disso, o modelo testado vem com 64 GB de RAM LPDDR5X e 1 TB de SSD NVMe, o que é mais do que suficiente para tarefas criativas, edição de vídeo e processamento local de modelos de IA. O sistema operacional Windows 11 roda com suavidade, e o SoC é quase transparente em termos de compatibilidade com software tradicional.
Apesar do desempenho e da elegância, o preço é um dos maiores obstáculos: cerca de R$ 24 mil no Brasil (equivalente a US$ 4.400). Esse valor reflete o custo da memória LPDDR5X e da tecnologia de ponta, mas também coloca o laptop fora do alcance de quase todos os jogadores comuns.
Outro ponto crítico é o suporte a anti-cheat em jogos. Apesar dos esforços da Microsoft com o Prism, muitos jogos populares ainda não são compatíveis. Isso pode ser um problema sério para quem quer usar o laptop como principal máquina de gaming.
Para criadores, desenvolvedores de IA ou profissionais que precisam de um dispositivo poderoso, leve e com capacidade de trabalho em múltiplas frentes, o ProArt P16 é uma ótima escolha. Mas para quem quer apenas jogar, existem opções muito mais acessíveis com desempenho semelhante.