A atualização de Forza Horizon 6, lançada na última segunda-feira, trouxe novos conteúdos, como um pacote de carros italianos, mas o que realmente causou polêmica foi a alteração na economia do jogo.
A Playground Games, desenvolvedora do título, removeu o limite de preços para carros raros no leilão, estabelecendo apenas um teto global de 20 milhões de créditos. Essa mudança, que visa aumentar o valor dos carros no jogo, acabou dificultando a vida dos jogadores que tentam completar suas coleções.
Antes da atualização, os jogadores podiam adquirir carros raros com mais facilidade, mas agora muitos se sentem excluídos do leilão, especialmente aqueles que não têm tantos créditos acumulados. Carros que antes eram considerados mais acessíveis, como o Toyota MR2 de 1989 e o Nissan Skyline GT-R V-Spec de 1997, estão sendo listados a 20 milhões de créditos.
Além disso, jogadores relatam que as recompensas em créditos por completar corridas longas foram reduzidas significativamente, e a quantidade de Pontos de Habilidade obtidos por meio de mapas criados com as ferramentas Estate e EventHub foi limitada a apenas um ponto. Essas mudanças tornaram as fazendas de Pontos de Habilidade, que eram populares entre os jogadores, praticamente inúteis.
Embora a Playground tenha a intenção de tornar os carros mais valiosos, muitos jogadores acreditam que a desenvolvedora não considerou o impacto que essas mudanças teriam sobre os jogadores casuais. A expectativa criada por Forza Horizon 5, que permitia uma coleta mais fácil de carros, foi frustrada com as novas diretrizes de Forza Horizon 6.
Por fim, a atualização oferece uma alternativa: alguns carros raros, que antes eram limitados a Wheelspins ou recompensas sazonais, estarão disponíveis em vendas de usados em uma concessionária próxima ao estádio do jogo.