A Bungie está trabalhando em um novo rumo para a franquia Destiny após o fim das atualizações de Destiny 2, com planos ambiciosos que incluem um "Destiny 'Legacy'" e um possível novo título da série. No entanto, a empresa ressalta que nada está garantido — o tempo, segundo a equipe, não é seu aliado.

O que está sendo feito?

O processo de desvaulização de conteúdo — trazendo de volta missões, raids, mapas e outras experiências removidas — está em pré-produção, com um cronograma que estende até o início de 2028. A primeira fase, que deve durar até janeiro ou fevereiro de 2027, vai focar em campanhas como Red War, Forsaken, Curse of Osiris e Warmind, além de strikes, raids e a atividade Menagerie com recompensas reestabelecidas.

Depois dessa primeira fase, a Bungie espera levar mais um ano para concluir todo o processo de migração técnica dos conteúdos. Ainda não há detalhes sobre a frequência com que novos itens serão liberados entre 2027 e 2028.

Além do passado

Além da desvaulização, a empresa está em fase de incubação para um novo Destiny — um "novo forever Destiny", como chamado por Josh Deane, novo chefe de produtos. Segundo ele, o objetivo vai além de trazer de volta o passado: é restaurar o presente e o futuro da franquia. Mas, por enquanto, tudo está em validação.

"Não vejo essa intenção de completude apenas como desvaulização. Significa restaurar o passado, o presente e o futuro. Mas vamos começar pelo desvaulização", disse Deane.

O que pode não voltar

Alguns conteúdos, no entanto, ainda não têm caminho definido para serem atualizados — devido a razões técnicas ou estratégicas. Entre eles estão: a experiência de New Light atualizada, missões de história sazonais, o mapa Gambit Kell's Grave e os hubs sazonais, como o Eliksni Quarter.

Uma celebração em fevereiro

Em paralelo, a Bungie anunciou uma "Celebração de Destiny 2" prevista para fevereiro de 2027, que deve marcar o início de uma nova fase — ainda sem detalhes sobre o que trará, mas com expectativa de eventos especiais e conteúdo exclusivo.

O tom da empresa é de esperança, mas também de cautela. "Se não conseguirmos, me exilar. Vou ser um bom treinador de futebol americano em algum colégio", brincou Deane, destacando que só dará o próximo passo quando o trabalho estiver realmente pronto.