Comemorando os 30 anos de Resident Evil, o executivo Jun Takeuchi revelou detalhes sobre o futuro da franquia da Capcom. A empresa está em uma dupla trajetória: títulos numerados que continuam a história principal, e uma linha de remakes que recontam os capítulos clássicos do passado.
O projeto de remakes começou em 2019 com Resident Evil 2, seguido por versões revitalizadas de Resident Evil 3 e Resident Evil 4. O próximo alvo é Code: Veronica, mas o caminho até lá passa por dois títulos que dividem opiniões: Resident Evil 5 e Resident Evil 6.
Takeuchi afirma que a empresa já vem se preparando para o momento em que os remakes alcançarão o período dos jogos originais. Desde Resident Evil Village, elementos como a Umbrella, Spencer e o retorno de Raccoon City em Requiem foram introduzidos com o objetivo de criar um crossover futuro.
Apesar do potencial, remakes de RE5 e RE6 exigiriam uma reformulação significativa. Ambos foram criticados por temas sensíveis e mecânicas problemáticas, o que torna a tarefa de “redenção” ainda mais desafiadora.
Se tudo der certo, os remakes garantirão à Capcom cerca de 12 anos de conteúdo, com um novo título a cada dois anos. Mas, quando todos os jogos forem refeitos, a empresa terá que decidir o que virá depois — talvez um remake de Resident Evil 7, ou algo totalmente novo.
Para o mercado brasileiro, o anúncio reforça a expectativa por novos lançamentos, especialmente com o sucesso de Code: Veronica, que já ultrapassou 2 milhões de pedidos no Steam.