O combate contra o tanque Chimera, um dos momentos centrais da expansão Phantom Liberty de Cyberpunk 2077, levou dois anos para ser finalizado, segundo revelado no podcast oficial da CD Projekt Red. A equipe explicou que o desafio estava em equilibrar elementos de gameplay, narrativa e arte — algo que exigiu múltiplas iterações.
Segundo o diretor de jogo Gabe Amatangelo, o objetivo era que o tanque causasse medo nos jogadores, com um design e mecânicas que combinavam ameaça visual e desafio tático. No entanto, o equilíbrio entre esses elementos foi difícil: em alguns momentos, a fase era muito focada em arte, em outros, em gameplay ou narrativa.
O diretor de arte Paweł Mielniczuk confirmou que o tanque passou por quatro versões diferentes, com mudanças constantes nos equipamentos e armas. Igor Sarzyński, diretor criativo, afirmou que o tanque representa um dos ativos artísticos mais caros já criados pela empresa.
Apesar do esforço, o combate foi considerado por alguns jogadores como excessivamente difícil, lembrando o confronto com o Toad Prince em The Witcher 3. No entanto, o momento permanece como um dos mais memoráveis da expansão, reforçando o potencial da franquia em contar histórias intensas e visualmente impactantes.