No dia 8 de julho, teve início a Esports World Cup, um dos torneios mais importantes do cenário competitivo de games. O IGN Brasil esteve presente em Paris, França, para acompanhar a primeira semana do evento a convite da Esports Foundation e conversou com Mike McCabe, vice-presidente executivo da organização, sobre a mudança de local e os planos futuros.
A Esports World Cup, que começou em Riade, na Arábia Saudita, teve suas duas primeiras edições realizadas lá, mas agora se mudou para Paris na edição de 2026. McCabe explicou as razões por trás dessa troca de sede.
“Ficamos empolgados em encontrar um local que realmente tivesse a cara dos esports. Paris e a França têm uma longa tradição nessa área. Quando precisávamos de um novo local para o EWC neste verão, Paris estava no topo da nossa lista”, afirmou McCabe.
Ele também destacou a infraestrutura e o apoio do governo francês como fatores fundamentais para a realização do evento em tão pouco tempo. “Normalmente, o planejamento de um evento dessa magnitude levaria meses, se não anos. Realizar tudo isso em questão de semanas só foi possível graças ao suporte incrível que recebemos”, completou.
Sobre os desafios de organizar um torneio desse porte, McCabe mencionou a necessidade de projetar os palcos e o local rapidamente. “O maior desafio foi criar a melhor experiência competitiva para os jogadores em um tempo tão curto. Normalmente, levamos meses para planejar os palcos, mas tivemos que acelerar todo o processo”, explicou.
Quando questionado sobre a possibilidade de o Brasil ser uma futura sede do torneio, McCabe disse que “o mundo inteiro é a nossa tela”, mas que, por enquanto, a EWC está confirmada apenas em Paris. No entanto, ele acredita que existem oportunidades para levar o evento a outros locais, incluindo o Brasil.
A Esports World Cup 2026 contará com 25 torneios em 24 dos principais títulos de esports, como Apex Legends, Call of Duty, Dota 2, League of Legends e VALORANT, entre outros.
