O co-criador de Lanterns, Damon Lindelof, afirmou que trazer Hal Jordan de volta dos mortos seria a pior escolha possível para o final da primeira temporada — algo que ele chamou de "schmucky-bait". Segundo ele, mesmo que o retorno fosse emocionante para os fãs, seria uma jogada enganosa e desrespeitosa com o público.
Em entrevista ao Collider, Lindelof destacou que o enredo já estava definido desde o primeiro episódio, quando Hal Jordan foi assassinado. Ele ressaltou que não consideraram nenhuma solução como "ele era um clone" ou "estava só quase morto", referindo-se à frase famosa de Princess Bride.
Chris Mundy, showrunner da série, reforçou a decisão. Ele disse que o fim da temporada foi pensado para encerrar definitivamente o arco emocional entre Hal e John Stewart. "É o fim da temporada e do relacionamento deles. Foi assim que queríamos encerrar", afirmou.
Apesar de fecharem a história, os dois criadores deixaram uma pequena brecha: Lindelof concluiu com a frase "onde há vontade, há caminho", sugerindo que, embora não tenha acontecido no primeiro ano, o retorno de Hal não está totalmente descartado para futuras temporadas.
O final da temporada também revelou que Noah, filho de Kerry, era um Manhunter em segredo, e que John recebeu um lanterna infundida de medo, feita por Sinestro.