Depois do sucesso estrondoso de Alan Wake 2, a expectativa para Control Resonant estava elevada. A sequência do jogo de 2019, agora com foco em um mundo aberto e ação hack-and-slash, chegou com uma recepção majoritariamente positiva, embora não tenha conseguido superar o marco estabelecido pelo predecessor.
O jogo está com nota 84 no Metacritic e 85 no Opencritic — números sólidos, mas que o colocam em meio a uma competição acirrada no fim do ano, com outros grandes títulos disputando espaço na temporada de premiações.
Críticos como Mark Delaney, do GameSpot, destacaram o visual impressionante do novo New York, com cenas de arquitetura distorcida que lembram Inception. "Este visão de Nova York é inédita para mim, e só ao vê-la de perto é que se entende o quão especial ela é", escreveu. Já Michael Higham, da IGN, elogiou a narrativa característica da Remedy e o personagem Dylan Faden, que, apesar de simples, se torna um ponto de apoio emocional para o jogador.
Porém, nem todos se renderam ao novo rumo. Alexis Ong, da Eurogamer, deu três estrelas e criticou a saída da atmosfera claustrofóbica do Oldest House em favor de um mundo mais convencional, inspirado em blockbusters cinematográficos. Além disso, o combate corpo a corpo foi considerado apenas funcional, sem grandes melhorias em relação ao original.
Apesar das ressalvas, Control Resonant se consolida como mais um hit da Remedy, mesmo que não seja o melhor jogo da série até agora. O mercado brasileiro também acompanha com atenção, especialmente com o preço ainda não divulgado, mas com expectativa de lançamento em novembro.
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