O novo livro Dungeons & Dragons: World of Warcraft, desenvolvido por James Wyatt e Ben Petrisor, traz uma fusão profunda entre o universo do MMO e as regras do tabletop. O objetivo foi incorporar o máximo possível das mecânicas e personalidades das classes do World of Warcraft dentro do sistema D&D, sem perder a liberdade típica do RPG físico.

Classes como paladino, mago e ranger ganham novas opções que refletem seus equivalentes no jogo digital. Um paladino sagrado, por exemplo, mantém seu poder de ofensiva, mas ganha habilidades de cura mais fortes. Mago pode adotar o feitiço Fingers of Frost para se especializar em magia congelante, como o frost mage de Azeroth.

Novas subclasses, como o bárbaro com poderes elementais inspirados nos shamanos de early WoW, e a inclusão de classes que nunca existiram no MMO — como o bardo, que só foi um piada de 1º de abril — mostram o compromisso com a criatividade e a fidelidade ao espírito do universo.

Apesar das limitações de um livro físico, os designers afirmam que o foco foi em oferecer experiências novas mesmo para quem já conhece bem o D&D. O resultado é um produto que respeita tanto os fãs do MMO quanto os jogadores de RPG, permitindo que todos experimentem algo diferente, mesmo sem conhecer o universo de Azeroth.