Daniel Vávra, membro da equipe da Warhorse Studios, compartilhou sua avaliação sobre o uso do DLSS 5 em uma versão vazada de Kingdom Come: Deliverance II. Segundo ele, a tecnologia de renderização neural traz uma melhoria significativa na qualidade visual, especialmente em iluminação, sombras e detalhes de texturas, como a pele dos personagens — aspectos que o motor do jogo original nunca conseguiu demonstrar com fidelidade.

Apesar dos ganhos visuais, Vávra reconheceu um custo: o desempenho do jogo cai pela metade quando o DLSS 5 é ativado. A avaliação foi feita após testes com uma DLL extraída de uma beta de NBA 2K27, que passou a ser usada por modders para habilitar o recurso em títulos sem suporte oficial, incluindo o novo jogo da série.

O criativo enfatizou que a geometria dos modelos não é alterada — o que evita problemas de distorção — e que o real ganho está na representação da luz, algo que sempre foi um ponto fraco do motor gráfico do jogo.