A Electronic Arts (EA) se tornou uma empresa privada após a aquisição de US$ 55 bilhões, liderada pelo Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita e outros investidores. Com isso, a empresa assumiu uma dívida de cerca de US$ 20 bilhões, o que gerou preocupações sobre cortes de empregos.
De acordo com informações do jornalista Jason Schreier, a EA planeja reduzir seus custos anuais em US$ 700 milhões, incluindo US$ 170 milhões em "eficiências organizacionais", o que sugere a possibilidade de demissões em larga escala.
Atualmente, a EA reporta um EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) em torno de US$ 1,5 bilhão, um valor que teoricamente seria suficiente para cobrir os pagamentos de juros da nova dívida. No entanto, a necessidade de cortes substanciais levanta preocupações sobre o futuro dos funcionários.
Após o anúncio da aquisição, a EA havia garantido que não haveria mudanças imediatas nos empregos, mas a definição de "imediato" não foi esclarecida. O CEO Andrew Wilson afirmou que a empresa está entrando em uma nova fase com força e que pretende investir em inovação e desenvolvimento de novos jogos.
Além disso, a EA está explorando o uso de inteligência artificial para reduzir custos operacionais, o que trouxe preocupações sobre a substituição de trabalhadores humanos por tecnologia.