O diretor de Control Resonant, Mikael Kasurinen, revelou em entrevista ao podcast Dropping Frames que a ausência de tinta amarela em escadas, portas e baús não é um erro, mas uma decisão intencional do estúdio Remedy.
Segundo Kasurinen, a escolha visa fortalecer a sensação de descoberta e autonomia do jogador. Em vez de guiar com marcas visuais, o jogo conta com elementos ambientais, pistas narrativas e lógica espacial para orientar a exploração.
A abordagem contrasta com o uso frequente de tinta amarela em outros jogos de mundo aberto, um recurso que, embora útil, pode reduzir a imersão e o senso de investigação.
Apesar de o título ser uma sequência direta de Control (2019), a nova versão traz um mundo mais amplo e dinâmico, com foco em exploração não linear — algo que a equipe considera mais alinhado com a estética e o tom do universo da série.