The Relic: First Guardian, um novo jogo do gênero Soulslike desenvolvido pela Project Cloud Games e publicado pela Perp Games, gerou controvérsia entre fãs após uma prévia que levantou suspeitas sobre o uso de ativos gerados por inteligência artificial.

O diretor In-Hyeok Park respondeu às críticas, esclarecendo que a IA foi empregada apenas nas fases iniciais do desenvolvimento. Segundo ele, embora alguns elementos menores de IA possam estar presentes na versão demonstrativa, a versão final do jogo não utilizará nenhum conteúdo gerado por inteligência artificial.

Park explicou que a IA foi utilizada para auxiliar na criação de algumas artes conceituais e ícones de itens, além de ajudar na localização de textos. No entanto, todos os textos passaram por revisão manual pela equipe da Project Cloud, e a IA não foi aplicada nas dublagens do jogo.

A divulgação do jogo tem sido intensa, com trailers publicados nos canais do YouTube da PlayStation e da IGN, e a Perp Games distribuindo chaves de acesso à versão demo para criadores de conteúdo do gênero. Isso parece ter gerado interesse, com mais de 250 mil wishlists registradas no Steam e PlayStation 5.

Apesar das preocupações com a qualidade do conteúdo, a página do jogo no Steam não menciona o uso de IA, e algumas críticas apontaram problemas com as vozes dos NPCs, mas não com o restante do jogo.