O remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time, que chega em 5 de novembro de 2026, teve um sistema de teletransporte desenvolvido — e depois removido. Segundo o produtor Eiji Aonuma, a ideia surgiu para facilitar a navegação no mundo de Hyrule, inspirado no sistema de pontos de warp de Breath of the Wild.

Na entrevista com a equipe, Aonuma contou que pediu ao time para implementar pontos de transporte que não existiam na versão original. No entanto, ao testar o jogo com esses recursos, percebeu que a experiência perdia parte do encanto que faz parte da essência da franquia: a descoberta.

"Quando jogamos com os pontos de warp, percebemos que estávamos perdendo momentos importantes de curiosidade e surpresa. É nesses detalhes, ao parar e se perguntar 'O que é isso?', que o jogo ganha vida", disse Aonuma.

Apesar da exclusão do fast travel, o remake traz melhorias para o movimento. Um botão dedicado para sprint substitui o antigo método de rolar continuamente por Hyrule Field, tornando o deslocamento mais rápido — mas sem tirar o foco da jornada.

O jogo mantém o espírito original: explorar, se perder e se surpreender com cada novo canto do mundo.

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