O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou um decreto presidencial que muda oficialmente o termo 'Inteligência Artificial' para 'Super Inteligência' em todos os documentos e ações do governo federal. A medida, divulgada em 30 de setembro de 2026, afirma que o novo nome reflete melhor o potencial e o avanço rápido das tecnologias.

O texto do decreto determina que a administração executiva use exclusivamente os termos 'Super Inteligência' e 'SI' em todos os contextos legais e oficiais, e que não reconheça mais o uso de 'IA' ou 'Artificial Intelligence'.

Na sequência, foi lançado o 'Acordo da Casa Branca sobre Super Inteligência', assinado por líderes da indústria de tecnologia, incluindo Sundar Pichai (Google), Mark Zuckerberg (Meta), Jensen Huang (Nvidia), Elon Musk (XAI) e Dario Amodei (Anthropic). Muitos deles reforçaram o novo termo em redes sociais, mesmo que com certa instabilidade — Musk, por exemplo, usou o novo nome em seu X (antigo Twitter), mas voltou a usar 'IA' menos de oito horas depois.

Na prática, a mudança gera questionamentos sobre o uso da linguagem como ferramenta política. O texto do decreto ainda contém um erro de digitação: o nome do país aparece como 'Unites States' em vez de 'United States', o que gerou críticas nas redes sociais.

Apesar do tom quase cômico — lembrando tentativas anteriores de renomear lugares como o Golfo do México e o Lago Ontario — a reação da indústria tecnológica tem sido quase unânime. A adesão dos gigantes do setor pode ser vista como uma forma de alinhar-se ao poder político, especialmente em um momento de crescente regulamentação sobre IA.

Em meio à polêmica, o debate sobre o impacto real da mudança permanece aberto. A troca de termos pode parecer simbólica, mas em um contexto onde a linguagem influencia regulamentações, investimentos e percepção pública, o gesto pode ter consequências mais profundas do que parece.