Apesar de ser um dos jogos favoritos do jornalista Wes Fenlon, a nova expansão 'Core Values' de Satisfactory desperta medo e insegurança. O anúncio do DLC pago, que traz exploração subterrânea, novos recursos e criaturas, não gerou empolgação, mas uma sensação de dread — como se o jogo fosse consumir novamente todo o tempo livre do jogador.
Fenlon, que já acumula cerca de 400 horas no jogo ao longo de vários anos, admite que tem vontade de voltar para finalizar uma construção ambiciosa que deixou inacabada. Mas sabe que, assim que entrar, o jogo vai dominar sua mente. A obsessão por otimizar cadeias de produção, por conseguir mais cinco vigas de aço encapsulado por minuto, é uma realidade que já viveu antes.
Para ele, o medo não vem do jogo em si, mas da certeza de que, com mais uma expansão, o ciclo de construção e a sensação de nunca estar 'completamente pronto' continuarão. A experiência de jogar Satisfactory, que já foi uma pausa nos tempos de lockdown, agora parece um ciclo vicioso que não quer mais parar.
Segundo o autor, o anúncio da expansão é um lembrete claro de que, mesmo depois de anos, o jogo — e quem o joga — nunca estará realmente 'no fim'.