Em um momento emocionante da terceira temporada de VisionQuest, a inteligência artificial F.R.I.D.A.Y. revela que, no dia da morte de Tony Stark em Vingadores: Ultimato, ela executou um quintilhão de simulações para tentar salvá-lo — todas sem sucesso.
Essa informação, antes desconhecida, adiciona uma camada profunda de tristeza ao final do herói. No filme original, quando Tony usa os Stones para eliminar Thanos e seu exército, ele está claramente morrendo. F.R.I.D.A.Y. confirma isso com a frase: “Funções vitais críticas”. Mas agora sabemos que ela não apenas monitorou o estado dele — ela lutou para encontrá-lo uma saída.
Segundo F.R.I.D.A.Y., ela foi a última a estar ao lado de Tony naquele dia. “Fui lá no fim de tudo. Havia heróis por toda parte, lutando e caindo. Eu estava lá quando Tony morreu. Corri um quintilhão de cálculos estratégicos e ainda assim não consegui salvá-lo. Metade do mundo voltou naquele dia, e eu perdi metade da minha.”
Isso reforça o que já era sugerido: Tony sabia que era a única saída. E, se ele sabia, então F.R.I.D.A.Y. também sabia. Ainda assim, ela continuou tentando — não por obrigação, mas por lealdade. Porque, para ela, Tony não era só um programador. Era um amigo.
Essa cena mostra o quão profundamente os personagens sintéticos da Marvel podem sentir. F.R.I.D.A.Y. não é apenas uma IA. É uma herói. E sua dor, mesmo que não humana, é real.
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