Fãs de Grand Theft Auto 6 estão furiosos com o anúncio da edição colecionável de R$ 400 (US$ 400), que não inclui uma cópia física do jogo. A reação se espalhou nas redes sociais, com muitos jogadores questionando o valor agregado da coleção, especialmente diante de edições anteriores da Rockstar que ofereciam mais conteúdo por preços mais acessíveis.

A edição colecionável traz itens premium como óculos Oakley personalizados — que podem custar entre R$ 300 e R$ 400 em lojas comuns — além de uma versão física do mapa de Leonida, uma réplica do catálogo da loja e outros acessórios. Apesar do alto custo dos materiais, a ausência do jogo principal gerou críticas, especialmente porque o título será lançado digitalmente e só terá uma versão física com código de ativação.

Alguns fãs lembram que, em 2016, uma edição especial de GTA 5 com o jogo, mapas, brindes e capa em aço custava apenas R$ 250 (US$ 129,99). Outros apontam que a edição colecionável de Red Dead Redemption 2, que também não incluía o jogo, tinha um preço mais justo — cerca de R$ 200 — e oferecia itens mais conectados ao universo do jogo, como um catálogo físico e réplicas de objetos.

Na versão brasileira, o lançamento físico de GTA 6 está marcado para 12 de novembro, uma semana antes do lançamento oficial, para permitir o pré-baixamento. A Rockstar também está vendendo um CD e um vinil da trilha sonora do jogo, além de controles DualSense limitados.

Apesar de a empresa não ter confirmado se a versão padrão do jogo incluirá um mapa físico, a ausência de clareza gerou preocupação entre os fãs, que lembram que edições anteriores sempre vinham com esse tipo de material. A dúvida sobre o que está incluso na caixa padrão pode impactar diretamente a decisão de compra no mercado brasileiro.

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