Uma versão jogável do Grand Theft Auto 5 surgiu em navegadores na internet, mas durou pouco. O acesso foi interrompido após a Cloudflare bloquear o serviço, em meio a uma onda de jogos baseados em IA que estão circulando pela web.
Vídeos mostrando o jogo rodando no Chrome e outros navegadores se espalharam nas redes sociais. A versão parecia ser uma recompilação de código original, talvez gerada com ajuda de ferramentas de IA, o que levantou questões sobre segurança e direitos autorais.
Essa situação se assemelha a um caso recente com Fallout: New York, um projeto de fãs baseado em IA que foi tirado do ar após notificação da Bethesda. O mesmo padrão parece ter se repetido com o GTA 5, sugerindo que estúdios como Rockstar e Take-Two estão reagindo com mais firmeza aos conteúdos gerados por IA.
Além disso, o site que hospedava o jogo começou a perguntar publicamente: "Quem quer o código-fonte?" — um sinal de que o projeto pode ter sido feito por um modder ou grupo de entusiastas, ainda que o método exato permaneça obscuro.
Esses casos não são isolados. O mesmo fenômeno já foi visto com versões web de Halo: Combat Evolved, um jogo original do Xbox de 2001, que agora roda diretamente em navegadores sem adaptação. Isso mostra o quão rápido a IA está mudando o acesso a jogos antigos — e o quão difícil se torna controlar isso.
Enquanto fãs se maravilham com o acesso fácil a títulos icônicos, estúdios se preocupam com perda de controle, pirataria e o impacto no mercado. A pergunta que paira no ar é: quanto tempo levará até que GTA 6 também esteja disponível no navegador — e o que as empresas farão para impedir isso?