Apesar de o hype em torno de Grand Theft Auto 6 ter sido moderado até agora, um novo detalhe divulgado pela Edge magazine mudou completamente a perspectiva de muitos fãs.

Phil Hooker, chefe de desenvolvimento da Rockstar, contou uma história durante uma entrevista sobre como manipulou a multidão em um cenário de roubo. Em vez de usar métodos tradicionais — como disparos ou distrações — ele provocou pequenas briguinhas entre os NPCs, mas interrompeu antes que elas viessem a acontecer. Assim, os personagens saíam do local por conta própria, sem que ele precisasse destruir nada.

Esse tipo de sistema, onde o jogador pode explorar interações criativas entre múltiplos mecanismos do jogo — como comportamento de NPCs, reações sociais e dinâmicas de grupo — é um dos pilares das simulações imersivas. Segundo o jornalista Joshua Wolens, do PC Gamer, esse exemplo é o suficiente para afirmar que GTA 6 está mais próximo de um sim de imersão do que de um simples jogo de ação em mundo aberto.

"É isso que define uma simulação imersiva: um mundo onde sistemas se sobrepõem, se combinam e geram resultados inesperados, mesmo para os próprios desenvolvedores", escreveu Wolens. "E isso me deixou mais animado do que qualquer trailer promocional".

Apesar de ainda não haver data oficial de lançamento, rumores indicam que a versão para PC pode chegar logo após o lançamento nos consoles, embora a Rockstar ainda não tenha confirmado o cronograma.