Após jogar o remake de Heroes of Might and Magic 3, o autor se pergunta como teria sido sua vida se tivesse conhecido o jogo na infância. Ele admite que sua primeira experiência com a série foi tardia, já que o jogo original foi lançado em 1999, quando ele tinha apenas dois anos.
A jogabilidade do remake é dividida entre explorar um mapa de overworld e batalhas em combate hexagonal por turnos. O jogador pode conquistar cidades, garantindo recursos e recrutando novas unidades, como demônios e golems, dependendo da localização das cidades.
O autor destaca que a construção de um exército leva tempo, pois a quantidade de unidades que podem ser recrutadas semanalmente depende das construções nas cidades. Isso adiciona um elemento de estratégia, já que não é possível reabastecer tropas instantaneamente após uma batalha.
Durante suas jogadas, ele enfrentou um rival, Thorgrim, e descreve a batalha como intensa, onde mesmo após vencer, suas forças ficaram bastante debilitadas. A mecânica de combate é acessível, com indicadores claros para ataque e movimento, permitindo que o jogador desenvolva táticas eficazes, como usar unidades de ataque à distância para eliminar inimigos.
O autor também menciona que, após explorar uma nova área do mapa, ele recrutou uma heroína necromante, mas logo se deparou com um inimigo ainda mais poderoso, resultando em uma derrota rápida.
O remake parece ser uma adição digna ao gênero de jogos de estratégia, e o autor expressa o desejo de ter conhecido o jogo mais cedo em sua vida.