A Microsoft anunciou que está utilizando os módulos de plataforma confiável, conhecidos como TPM 2.0, para melhorar a segurança na ativação do Windows. Essa tecnologia já é um requisito para o Windows 11 desde seu lançamento em 2021.
Com a inclusão do TPM em muitos processadores nos últimos anos, a empresa planeja usar essa ferramenta para ativar dispositivos Windows em larga escala. Atualmente, as empresas ativam o Windows por meio do Serviço de Gerenciamento de Chaves (KMS), mas, segundo o blog Windows IT Pro, as organizações modernas demandam garantias mais robustas sobre a identidade e a integridade da ativação dos dispositivos.
O TPM oferece uma verificação de segurança em nível de hardware, dificultando ações de hackers que clonam ou falsificam o software do servidor KMS. O funcionamento do TPM envolve a autenticação do host KMS, que deve provar sua identidade de hardware. A Microsoft verifica essas credenciais antes de permitir a ativação de dispositivos.
A partir de agosto de 2026, o Windows Server 2025 irá fornecer mensagens de prontidão para ajudar os administradores a avaliar se um host KMS está preparado para a segurança baseada em hardware. Isso dará tempo para que as equipes planejem as atualizações necessárias antes que a nova exigência entre em vigor.
Embora essa mudança não tenha um grande impacto para a maioria dos jogadores de PC que possuem cópias legítimas do sistema, é uma informação relevante para os administradores de sistemas que lidam com a migração para essas novas exigências de segurança.