O início de Mortal Shell 2 foi, para um crítico do GamesRadar+, um dos piores momentos de jogo do ano. Apesar de o título ser considerado um dos melhores Soulslike desde Elden Ring, o desempenho técnico em sua versão para PS5 deixou muito a desejar.

Logo nos primeiros minutos, o jogador encontrou um bug que impediu o uso de itens equipados durante o tutorial — mesmo com o botão de uso funcionando corretamente no menu de controles. A tentativa de ajustar configurações gráficas também falhou: os toggle não tinham efeito algum, mesmo após alterações.

Um problema mais grave surgiu ao explorar um pequeno templo dentro de um ponto de salvamento. Lá, havia uma plataforma cinza que parecia inofensiva, mas, na verdade, era uma caixa interativa. O jogador não conseguiu interagir com ela, e a mesma falha se repetiu em outros locais, como um vilarejo próximo. A solução foi simples: reiniciar o jogo. Mas o episódio abalou a confiança no título.

Apesar das falhas, o crítico terminou o jogo em cerca de 22 horas, superando o boss final — considerado um dos mais frustrantes por ser instável, com um ataque de agarre repetitivo e mecânicas mal equilibradas. Também encontrou todos os itens coletáveis, mas o caminho foi marcado por bugs que minaram a experiência.

Os problemas foram parcialmente corrigidos em atualizações posteriores, especialmente com a adição de checkpoints no mundo aberto. No entanto, o primeiro contato com o jogo foi marcado por uma sensação de que algo estava profundamente errado — um sinal claro de que o jogo ainda precisava de atenção técnica.