O Nintendo Switch 2 foi oficialmente jailbreakado pela primeira vez, em um feito que lembra os hacks do PlayStation 5. O acesso foi possível graças a um usuário anônimo, conhecido como "pepsipu", que divulgou o processo no X (antigo Twitter).

O método envolveu o uso de OpenAI e o SmileBASIC 4, uma ferramenta de criação de jogos disponível no eShop por US$ 25. Com base nisso, foi possível instalar mods personalizados no console, como personagens de Cinnamoroll, Peter Griffin e Hatsune Miku em Mario Kart World.

Apesar do sucesso técnico, o jailbreak é tethered — ou seja, é perdido toda vez que o console é desligado. Isso limita seu uso prático, especialmente para jogadores comuns.

Ainda assim, a ação gerou reações divididas. Alguns usuários se preocupam com o impacto sobre artistas independentes, enquanto outros alertam para o uso de IA em hacks, temendo vazamentos antecipados de jogos, como ocorreu no original do Switch.

É provável que a Nintendo reaja rapidamente, com atualizações para barrar o acesso. O caso reforça o crescente interesse em jailbreaks, especialmente em um momento em que consoles digitais estão mais presentes no mercado.

No Brasil, o preço de US$ 25 equivale a cerca de R$ 140, o que pode tornar o processo ainda mais inviável para a maioria dos usuários.