O novo jogo de Dungeons & Dragons da Wizards of the Coast, Warlock, está sendo desenvolvido com um mundo aberto menor do que o habitual em títulos como Skyrim ou The Witcher 3. Segundo Dominic Guay, diretor da Invoke Studios, a decisão visa priorizar a exploração autêntica em vez de um sistema de guiamento excessivo.

"Queríamos que fosse um jogo voltado para a exploração", diz Guay em entrevista ao Edge. "Não queríamos que o jogador simplesmente seguisse um ponto no mapa o tempo todo." A ideia é que o jogador descubra o mundo por conta própria, com menos intervenção dos designers.

Apesar do tamanho reduzido, o ambiente será mais denso em conteúdo. Isso permitirá que a equipe reduza o nível de 'handholding' — ou seja, menos indicações diretas — sem prejudicar a experiência. "Com mais densidade, podemos pular um pouco o guia", afirma Guay.

O sistema de magia também está sendo pensado com foco em fluidez e imersão. O jogo promete uma representação em tempo real da magia, diferente de mecânicas mais lentas ou pré-definidas. Isso deve tornar os combates mais dinâmicos e o mundo mais vivo.

Apesar de inspirado em títulos como Baldur's Gate 3, o jogo afirma ser uma experiência diferente — mesmo que não seja necessário conhecer o universo do D&D para curtir. A produção está em andamento, com o primeiro trecho de gameplay divulgado em agosto, mostrando um estilo visual e mecânico parecido com Dragon's Dogma.