A Activision lançou recentemente ports atualizados de Call of Duty: Black Ops (2010) e Black Ops 2 (2012) para PlayStation. Um dos recursos que chamou a atenção foi o editor de emblemas, uma ferramenta que permite aos jogadores criar símbolos personalizados. No entanto, essa liberdade criativa também levou à criação de emblemas ofensivos, como suásticas e representações de eventos trágicos.

Os jogos estão disponíveis por US$ 40 cada, mas são exclusivos para PlayStation, o que deixa de fora muitos fãs que jogaram as versões originais no PC. Apesar de serem atualizações quase completas, com resolução em 1080p, alguns modos, como as partidas de aposta do primeiro Black Ops, foram removidos.

Os jogadores expressaram surpresa ao ver que o editor de emblemas foi mantido, dado seu histórico de uso inadequado. Embora existam criações criativas e positivas, o comportamento tóxico parece prevalecer na comunidade. Não há opções para desativar os emblemas personalizados, uma limitação que persiste desde o lançamento original.

As atualizações não trouxeram melhorias modernas, como controles de FOV ou taxas de atualização mais altas, resultando em ports considerados básicos. A recepção da comunidade é mista, com muitos questionando a decisão da Activision de manter um recurso tão controverso.