Dan Lee, diretor de arte associado da Bethesda, comentou que The Elder Scrolls 4: Oblivion Remastered não pode ser classificado como um remake, ao contrário de títulos como Final Fantasy 7 e Resident Evil 2, que são considerados jogos completamente novos.

Segundo Lee, a decisão de não rotular o jogo como remake se baseia na preservação dos "ossos" do jogo original. Ele explicou que, apesar de muitas melhorias visuais, a essência do jogo de 2006 permanece intacta. "Obviamente, a arte é território de remake, tudo foi recriado. Mas, no final das contas, os elementos principais ainda são os do jogo original", afirmou.

Durante o desenvolvimento, a equipe da Bethesda teve discussões sobre o que modernizar, mas optou por manter a classificação como remasterização. Lee destacou que a linha entre remaster e remake pode ser confusa, já que há uma ampla gama de variações entre ports e remakes completos.

Ele ainda acrescentou que enquanto alguns jogos apenas melhoram a resolução e texturas, outros, como Resident Evil 2, transformam a visão original em uma nova experiência. No caso de Oblivion Remastered, muitos elementos do jogo original foram mantidos, o que justifica a escolha por uma remasterização.

A Bethesda parece ter tomado a decisão certa ao optar pela remasterização de Oblivion, evitando desviar recursos do desenvolvimento de The Elder Scrolls 6, que foi anunciado há oito anos.