O remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time chega amanhã, e as críticas já estão empolgantes. Um jogo histórico, que encantou milhões com seus altos, mas também deixou marcas com alguns dos momentos mais estranhos da história dos videogames. Revisitar o original recentemente me mostrou que, apesar do tempo, ele ainda segura bem — mas um remake com ajustes nos pontos mais ásperos faz todo o sentido em 2026.

Os melhores momentos

  • Darunia dançando: Só de ver ele se mexendo como um boneco de corda já vale a pena. Espero que o remake mantenha esse charme ridículo.
  • Primeira vez com um Redead: Aquele susto, o silêncio, o movimento lento... ainda dá arrepio.
  • Hyrule Castle no futuro: Um dos momentos mais fortes de atmosfera que já vi. O jogo inteiro parece suspenso no tempo.
  • Dark Link: Aquele corredor vazio, o silêncio, a sombra desaparecida... um clássico de tensão pura.
  • Primeira vez montando Epona: Velocidade, majestade, o som dos cascos... é o melhor jeito de viajar.
  • Corredor sinuoso da Floresta: Um verdadeiro desafio de design, e os devs sabiam exatamente o que estavam fazendo.
  • King Zora scoot: Um momento de humor e personalidade que esperamos que tenha sido mantido.
  • Aparecimento do Bongo Bongo: Que criatura é essa? Nada no mundo dos games parece tão errada e ao mesmo tempo épica.
  • Segunda fase de Ganondorf: Um combate que ainda é considerado um dos melhores finais de jogo de todos os tempos.

Os piores momentos

  • Caçar Kaepora Gaebora: Quando ele troca as opções e te obriga a repetir tudo, só porque você não entendeu a pergunta. Como assim, ‘repetir’? Eu entendi tudo!
  • Jabu-Jabu: O pior templo do jogo. Carregar Ruto enquanto ela grita, volta ao início por um vento, e ainda te culpa por tudo. Zora, aprenda a nadar!
  • Receber rupees prateados ou dourados com a bolsa cheia: O que, você não deixa criança ter uma bolsa grande? Essa regra é absurda.
  • Perder uma única chave no Templo da Água: Um dos maiores motivos de frustração. E as botas? Nem vou falar.
  • Epona após a primeira vez: Depois do encanto, ela só quer ser um obstáculo. Não vira, não pula, e é mais rápido rolar do que montar.
  • Procurar todas as Skulltulas: 100 delas? Meu marido disse isso, mas eu ainda não acredito. Não tem como.
  • Lutar contra Bongo Bongo: Movimentos caóticos, piso balançando, falta de foco, e o Lens of Truth sumido. Um combate que só gera frustração.
  • Acabar a magia no combate com Ganondorf: Um soft-lock que te força a reiniciar. E como sabia que não devia quebrar os potes antes?!

Com o remake chegando, há esperança de que os piores momentos sejam corrigidos — especialmente o Templo da Água, que já foi chamado de “tarefa pendente” pelos próprios criadores. E, com as críticas positivas, parece que a Nintendo está no caminho certo.