Os robôs estão se tornando cada vez mais comuns, mas nem sempre funcionam como esperado. Em julho de 2026, diversos robôs protagonizaram situações inusitadas, desde quedas inesperadas até tentativas de ensinar em salas de aula.
A Neura Robotics apresentou durante a Computex um robô chamado 4NE1, que entregou um processador em uma bandeja e, logo em seguida, caiu de forma dramática. Após o tombo, o robô ainda levantou a mão como se pedisse ajuda, gerando risadas e espanto entre os presentes.
Outro destaque foi um robô projetado para monitorar aves, que pode voar e, em seguida, mergulhar na água para perseguir humanos que tentam escapar. Essa inovação levantou preocupações sobre privacidade e segurança.
A Unitree Robotics também apresentou um mech autônomo, que consegue andar sem piloto e até mesmo destruir paredes de concreto. O preço desse robô é de US$ 650 mil, um investimento considerável para quem deseja um gigante mecânico em casa.
Um conceito ainda em desenvolvimento, chamado "Threehalves", é um robô projetado para ambientes perigosos, que possui uma aparência bastante assustadora, assemelhando-se a um centauro demoníaco com uma motosserra.
Por fim, um programa piloto em uma escola de Salamanca, Nova York, foi suspenso após preocupações sobre um robô professor fabricado pela Realbotix, empresa que também produz bonecas sexuais. A polêmica gerou desconfiança sobre o uso do robô em sala de aula.
Esses eventos mostram que, embora os robôs estejam se tornando parte do nosso cotidiano, suas falhas e peculiaridades continuam a nos surpreender.