A Sony está enfrentando um processo de class action movido por quatro consumidores que alegam que as informações do PlayStation Store não são claras o suficiente sobre a posse de jogos digitais. Segundo os reclamantes, a empresa não cumpre uma lei da Califórnia de 2025 que exige que os clientes sejam informados de forma explícita que não têm direito ao acesso permanente a produtos digitais, mesmo após a compra.

No entanto, a defesa da Sony argumenta que a maioria dos "consumidores razoáveis" não se sente enganada pelas divulgações da empresa. Em um documento apresentado em 21 de agosto, os advogados da Sony afirmaram que, no contexto atual, não é plausível alegar que os consumidores acreditam que estão adquirindo a "propriedade" de um jogo digital.

A empresa destacou que, se isso fosse verdade, um jogador não poderia comprar o mesmo jogo em datas próximas, como o caso de "Resident Evil Requiem", que foi adquirido por dois consumidores em fevereiro de 2026, em datas diferentes. A defesa da Sony sugere que a maioria dos compradores digitais já entende que estão adquirindo uma licença para usar o conteúdo, e não a propriedade total.

Além disso, a Sony anunciou planos para interromper a produção de discos de jogos para PlayStation até janeiro de 2028, o que gerou controvérsias e descontentamento entre os fãs.