A recente liberação de Call of Duty: Black Ops e Black Ops 2 para PlayStation 4 e PS5, realizada pela Activision, trouxe de volta a nostalgia, mas também um problema sério: a presença de trapaceiros e hackers.
Os jogos, que custam R$ 40 e não incluem DLCs pagos, são versões ligeiramente modificadas dos originais do PS3. Desde o seu lançamento, em 9 de julho, muitos jogadores têm enfrentado dificuldades devido a exploits que permitem que alguns usuários maximizem seus níveis rapidamente, arruinando a experiência de jogo.
Relatos de jogadores no Reddit, Twitter e YouTube revelam que lobbies de Black Ops estão sendo invadidos por trapaceiros, que utilizam métodos como a modificação de dados de salvamento. Um exemplo é o uso de granadas logo após o início da partida para acumular experiência de forma ilícita.
Essa situação gerou tanta frustração que a Activision precisou desativar algumas playlists, incluindo as de Dominação e Ground War, para investigar os problemas reportados. Jogadores comentam que essa não é uma novidade, pois problemas semelhantes já existiam nas versões anteriores do PS3 e Xbox 360.
Embora alguns usuários tenham esperança de que a Activision resolva as questões, a desconfiança persiste, especialmente considerando que as versões para Xbox 360 continuam com falhas até hoje.


