Em The Blood of Dawnwalker, o mundo de Vale Sangora é habitado por criaturas muito mais inusitadas do que os tradicionais elfos e goblins. Os desenvolvedores da Rebel Wolves optaram por uma construção de mundo que se inspira em folclores, trazendo raças como os sanzhana, criaturas semelhantes a pequenos humanos com características de mariposas.
Segundo o diretor criativo Mateusz Tomaszkiewicz, os sanzhana têm um papel interessante nas missões do jogo, permitindo que os jogadores brinquem com o limite de tempo, uma mecânica central da narrativa. Eles são conhecidos por sua curiosidade em relação a dentes, o que pode levar a recompensas inesperadas.
Outra raça notável são os uriashi, gigantes humanoides que vivem em montanhas e têm uma cultura rica e complexa. Após serem caçados até a quase extinção, eles reemergiram na sociedade humana, oferecendo força e ajudando em guarnições. O diretor narrativo Jakub Szamalek explica que a interação com os uriashi é desafiadora, já que eles não dominam bem a língua humana, mas possuem uma inteligência notável.
Além disso, a magia em The Blood of Dawnwalker é distinta, não seguindo os padrões tradicionais de jogos de RPG. Em vez de feitiços elementares, a magia é mais sombria, envolvendo rituais que exigem sacrifícios de sangue para acessar poderes cósmicos.
O jogo também apresenta uma nova interpretação dos kobolds, que são descritos como criaturas traiçoeiras que habitam cavernas e minas. Apesar de serem inteligentes, sua impulsividade torna a comunicação com eles um desafio.
Com tantas raças e culturas únicas, The Blood of Dawnwalker promete uma experiência rica e diversificada, afastando-se dos clichês do gênero e oferecendo novas dinâmicas de jogo.