O remake de Resident Evil 3 chegou ao Nintendo Switch 2 com uma performance que surpreende: sem travamentos, sem quedas de frame e com resposta de câmera precisa, o jogo se adapta perfeitamente ao formato portátil.

Segundo o jornalista Paulo Kawanishi, da Polygon, o título, que já era um dos mais bem-sucedidos remakes da série, encontra seu melhor ambiente no novo console da Nintendo. A jogabilidade intensa e cinematográfica, especialmente durante os confrontos com Nemesis, se mantém impecável mesmo em cenas complexas com múltiplos inimigos e efeitos visuais pesados.

Apesar da experiência ser boa em modo docked, o artigo destaca que o jogo é, na verdade, mais impactante no modo handheld. Isso porque o Switch 2 permite o uso do recurso de HDR nativo, que realça o contraste entre luz e sombra, tornando as ruas de Raccoon City ainda mais opressivas e imersivas.

Essa função, no entanto, é desativada automaticamente quando o console é conectado ao televisor. Ou seja, quem quiser aproveitar o visual completo do jogo precisa deixar o Switch 2 no modo portátil.

Outro ponto destacado é a sensibilidade dos Joy-Cons: embora a mira funcione bem, o jogador pode precisar ajustar a velocidade da câmera para evitar perder tiros precisos — especialmente em combates à distância.

Com isso, o remake de Resident Evil 3 se consolida como um dos grandes exemplos de como um jogo pode encontrar seu lugar ideal em uma plataforma nova, especialmente quando se trata de uma experiência visual e narrativa tão intensa.

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