A recente campanha da Sony, que promove o toca-discos LX3, reacendeu a indignação entre os fãs de PlayStation. Muitos estão desapontados com a decisão da empresa de descontinuar a fabricação de cópias físicas de jogos a partir de janeiro de 2028.

Enquanto a Sony incentiva o amor pela mídia física na música, com frases como "Redescubra o calor, o detalhe e o ritual do vinil com o Toca-discos LX3", os jogadores criticam a contradição da empresa. A conta de preservação de jogos "Does It Play?" comentou: "Aparentemente, a mídia física é digna de apoio, mesmo que seja um nicho pequeno. Os jogos de PS são muito maiores que o vinil. Por que então acabar com a cultura dos jogos para lucro?"

Outros usuários também expressaram sua frustração, questionando por que a mídia física é válida para música, mas não para jogos. A situação gerou um forte debate nas redes sociais, com muitos afirmando que a decisão da Sony subestima o valor da mídia física nos jogos.

A crescente popularidade dos discos de vinil contrasta com a queda do suporte a jogos físicos, que muitos acreditam que poderia ser sustentado por um mercado entusiasta. Apesar disso, a Sony parece priorizar os lucros das vendas digitais, que oferecem maior margem de lucro e controle sobre o pipeline de vendas.

Enquanto a indústria musical vê um renascimento das vendas de discos, a Sony parece não considerar a relevância do público que ainda valoriza as cópias físicas de jogos, optando por um futuro digital que pode trazer desafios de acesso.