Segundo análises de Rhys Elliott, da Alinea Analytics, Star Wars: Zero Company já teria alcançado a marca de 1 milhão de cópias vendidas desde o lançamento no mês passado. O Steam foi o principal canal, com 69,9% das vendas, seguido por PlayStation (19,9%) e Xbox / Xbox PC (10,2%).
O jogo, desenvolvido pela Bit Reactor — equipe formada por ex-funcionários do XCOM da Firaxis — gerou cerca de 50 milhões de dólares em receita, segundo as estimativas. Elliott considerou o desempenho "respeitável para o gênero e em um período tão concorrido", mesmo com o peso da franquia Star Wars.
A EA, responsável pela publicação, ainda não divulgou números oficiais. Como empresa de capital fechado, ela não é obrigada a revelar dados financeiros, o que torna improvável o acesso a informações detalhadas sobre vendas.
Antes do lançamento, a Bit Reactor colocou 80% da equipe em licença temporária, devido à escassez de recursos financeiros. A empresa afirmou que a decisão foi tomada antes de o jogo ser lançado e não foi influenciada pela EA ou pela Disney, detentora dos direitos de Star Wars.
Apesar do sucesso inicial, o jogo enfrenta desafios de mercado. Mais de 90% dos jogadores estão na América do Norte ou na Europa, com menos de 5% na Ásia. No Steam, a avaliação dos jogadores chineses é de apenas 57% positiva, com críticas frequentes à ausência de dublagem e opções de localização.
A última atualização do jogo foi lançada em 10 de setembro, mas desde então não houve novidades do estúdio. A situação da Bit Reactor permanece incerta, com pouca comunicação pública sobre o futuro do título.