A ShiftUp, empresa responsável pelo jogo Stellar Blade: Blood Rain, está enfrentando críticas pesadas por um clipe musical que, segundo muitos, é de baixa qualidade. O CEO Kim Hyung Tae, conhecido por seu apoio à inteligência artificial, parece ter ultrapassado os limites com essa produção.

O clipe, que acompanha uma canção também gerada por IA, apresenta uma estética estranha, com a protagonista Evie em uma roupa que parece ter partes desaparecendo. A música, com sons eletrônicos agudos, falha em capturar a essência do jogo e é descrita como uma mistura caótica de ruídos robóticos.

Críticos apontam que essa abordagem desumaniza a arte dos videogames, que tradicionalmente é feita por compositores que entendem as emoções que desejam evocar. A música é vista como um reflexo da falta de alma e conexão com o universo do jogo.

Apesar do sucesso financeiro da ShiftUp com o jogo Nikke: Goddess of Victory, a escolha de um clipe e música tão mal recebidos levanta preocupações sobre a qualidade da produção e a direção futura da empresa. A normalização de práticas como essa pode levar a uma saturação de jogos com conteúdo sem vida, o que é alarmante para os fãs.

Os jogadores estão se manifestando, expressando seu descontentamento e pedindo que a ShiftUp repense suas estratégias de marketing, especialmente quando se trata de algo tão importante quanto a música em um jogo.