Terrible Lizards, novo título da WDR Studios, chega ao PlayStation 5 em 29 de outubro com uma proposta ousada: misturar o terror com a adrenalina do parkour em um mundo inspirado na cultura pop dos anos 90.
O jogo coloca o jogador no papel de um universitário que, após um problema no carro na famosa Rota 66, entra em uma atração turística chamada Dalton’s Dinos em busca de ajuda. O que ele encontra, no entanto, é algo muito mais assustador do que imaginava.
Desenvolvido por uma equipe formada por criadores de conteúdo online e primeiros jogos, o título se destaca por seu sistema de movimentação precisa e ritmado. Corridas, pulos, escorregadas, wall run e controle aéreo são elementos centrais, com um foco em fluidez e sensação de controle — mesmo em altas velocidades.
Segundo o diretor John W. Gelardi, o equilíbrio entre o sentimento de medo e a diversão foi essencial na criação do jogo. “É um jogo que você quer jogar, mas também quer fugir”, afirma. A mecânica de movimento foi inspirada em títulos de ação em primeira pessoa, com um toque de leveza que permite ajustes sutis no ar, como em corridas de videogame onde o jogador se inclina fisicamente.
O universo de Terrible Lizards é repleto de referências à nostalgia dos anos 90, especialmente ao fenômeno das atrações rodoviárias com estátuas de dinossauros exageradas e tours falsos de fósseis. O nome do jogo, inclusive, faz alusão à origem grega da palavra “dinossauro”, que significa “ladrão terrível” — um jogo de palavras que combina o fascínio infantil pelo tema com o horror moderno.
Segundo a equipe, o título é uma homenagem ao espírito da indústria indie, feito por pessoas que cresceram com a cultura dos games e querem trazer algo autêntico e emocionante para o mercado brasileiro e global.