Marcin Blacha, atual vice-presidente de narrativa na CD Projekt Red e escritor principal de The Witcher 3: Wild Hunt, afirmou que o jogo não é um monumento inquestionável. Segundo ele, ainda há espaço para aprimoramentos, mesmo após mais de uma década desde o lançamento.

Blacha destacou que, ao jogar o título hoje, ainda identifica momentos em que faria escolhas diferentes, com base no conhecimento adquirido ao longo dos anos. O remaster e a expansão Songs of the Past são vistos como oportunidades para refinar e expandir o universo de Geralt, sem precisar mudar a essência do jogo original.

"Adicionar uma nova expansão não é uma grande façanha", disse Blacha. "É reconfortante descobrir que ainda temos algo a contar, que a história se encaixa tanto no jogo original quanto nas expansões anteriores. É como um tempo de viagem que me leva de volta a uma época em que era mais apaixonado e entusiasmado."

A expansão traz elementos que já eram ideias antigas da equipe, como a arma em cadeia usada por Geralt, que não pôde ser implementada na versão original por limitações de tempo e tecnologia.

Com o remaster, a CD Projekt Red conseguiu reavivar projetos esquecidos e dar continuidade à saga, aliviando a espera por The Witcher 4.