Sega e Creative Assembly anunciaram a retirada temporária de Total War: Shogun 2 – Complete Edition da Steam após uma avalanche de críticas por bugs, gráficos ruins e uso aparente de imagens geradas por inteligência artificial.
O remaster, lançado em 13 de outubro de 2026, recebeu uma classificação de “Negativa” no Steam, com apenas 17% dos jogadores aprovando o título. Muitos relataram falhas visuais, personagens com membros faltando e texturas borradas — sinais comuns de conteúdo gerado por IA.
Segundo a empresa, o jogo foi desenvolvido com o apoio da Mataboo, especialista em portagens, e deveria trazer melhorias como suporte a 4K, iluminação aprimorada, novos personagens e voz em japonês e chinês. No entanto, o resultado gerou insatisfação generalizada.
A Sega afirmou que está trabalhando com os parceiros para identificar as causas dos problemas e que o jogo será rebaixado ao status original enquanto as correções são feitas. A empresa não confirmou se o conteúdo gerado por IA será removido ou se os jogadores poderão continuar comprando a versão original após a volta do remaster.
Este não é o primeiro caso de Sega substituir um título clássico por uma versão “melhorada” que gerou polêmica. Em dezembro de 2025, a versão “Director’s Cut” de Yakuza 0 foi criticada por mudanças narrativas e cenas controversas, o que reforça o desgaste com a política da empresa.
No mercado brasileiro, onde o preço do jogo pode variar e a confiança em reedições é baixa, o episódio pode afetar ainda mais a percepção de marcas como Sega e Creative Assembly.
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