A Creative Assembly está prestes a lançar Total War: Warhammer 40K, e durante a Gamescom 2026, tive a oportunidade de jogar uma versão inicial do jogo. O título se passa no 41º milênio e utiliza o novo motor de jogo chamado WarCore.
Os fãs da série Total War sempre esperaram por uma versão futurista, e agora, após anos de espera, o jogo começa a tomar forma. A demonstração incluiu um tutorial, uma prévia da campanha e uma batalha massiva, tudo sob a perspectiva dos Space Marines.
Os combates agora são mais focados em armas de longo alcance, uma mudança significativa em relação aos jogos anteriores, que priorizavam o combate corpo a corpo. A nova mecânica permite o uso de veículos e mechs, substituindo as antigas catapultas.
No tutorial, aprendi a movimentar minhas tropas, buscar cobertura e lançar mísseis nos inimigos. Uma das novidades é a ausência de barras de munição, o que facilita a jogabilidade. Apesar do foco em armamentos, o combate corpo a corpo permanece, com batalhas sangrentas entre Space Marines e Orks.
A nova engine WarCore traz gráficos impressionantes, permitindo uma visão detalhada das batalhas. Durante a demonstração, observei os Space Marines em ação, com suas armas e armaduras exibindo efeitos visuais marcantes.
A missão que joguei envolveu a retoma da Estação de Relay Astropathic Thetha-Citadel, onde enfrentei uma força ork. A sensação de escala do jogo é notável, com planetas orbitando uma estrela vermelha e um portal do Caos ao fundo.
O sistema de personalização das unidades também foi apresentado, embora ainda esteja em desenvolvimento. Os jogadores poderão personalizar suas tropas com diferentes cores e emblemas, utilizando as paletas de tinta da Games Workshop.
Ainda não há uma data de lançamento definida para Total War: Warhammer 40K, mas a Creative Assembly tem muito a provar após algumas críticas sobre DLCs em títulos anteriores da franquia. O jogo promete trazer uma experiência rica e tática, mas resta saber se conseguirá atender às expectativas dos fãs.