Call of Duty: Modern Warfare 4 chegou para PC, PlayStation 5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch 2 com uma nova campanha, multiplayer e o retorno do modo DMZ. Com o lançamento, a discussão sobre o sistema de agrupamento de jogadores — o SBMM — voltou a ganhar força entre a comunidade.
Um dos temas mais debatidos é o uso de VPNs. Muitos jogadores afirmam que usar uma rede privada virtual pode influenciar nos lobbies, especialmente ao mudar o local de conexão e, por consequência, a latência e a formação de partidas.
Segundo informações do mercado brasileiro, o uso de uma VPN pode fazer com que o jogo teça partidas com jogadores de regiões diferentes, o que pode afetar a qualidade da conexão e o equilíbrio de habilidade. No entanto, a Activision ainda não confirmou se há qualquer tipo de bloqueio ou ajuste automático para jogadores que usam essas ferramentas.
Na prática, uma VPN pode reduzir a latência ao conectar o jogador a servidores mais próximos, mas também pode causar instabilidade se o provedor não for confiável. Jogadores no Brasil, por exemplo, podem tentar se conectar a servidores da América do Sul ou da Europa para melhorar a experiência — especialmente em jogos online com alta exigência de rede.
Configurar uma VPN no PC é simples: basta escolher um serviço confiável, como NordVPN ou ExpressVPN, instalar o aplicativo e conectar-se a um servidor em uma região desejada. No entanto, em consoles, o processo é mais limitado. O Xbox e o PlayStation não permitem o uso direto de VPNs em todos os casos, e muitos jogadores acabam recorrendo a roteadores com suporte a VPN ou compartilhando a conexão via PC.
É importante lembrar que o uso de ferramentas como VPNs pode entrar em conflito com os termos de serviço de alguns jogos. Apesar de não haver relatos oficiais de bans por uso de VPN no Modern Warfare 4, a Activision ainda não descartou a possibilidade de ações futuras.