Dois meses após o lançamento de um teaser de três minutos para um novo jogo da série Myst, a sensação entre os fãs ainda é de saudade. A Cyan Worlds apresentou um vislumbre de um novo capítulo da franquia — que estava há 20 anos sem novos títulos —, mas, em seguida, confirmou que o projeto, batizado de Project Anglerfish, foi cancelado.

O trailer mostrava um personagem com um ar de vilão clássico, interpretado por Noshir Dalal, conhecido por seu desempenho carismático e intenso. Seu personagem, um megalomaníaco com traços de Lex Luthor, gerou grande expectativa. A ausência dele no jogo final deixa um vazio que muitos jogadores não conseguem preencher.

Além do ator, a história do projeto também era promissora: uma jornada em busca de um livro lendário, com foco em narrativa envolvente e exploração de mundos interativos. O cancelamento, segundo rumores, está ligado à falta de investimento em venture capital, o que impediu o desenvolvimento completo.

Apesar do desapontamento, o teaser reacendeu o interesse pela série Myst, um dos pilares da aventura interativa nos anos 90 e 2000. No Brasil, onde o mercado de games ainda valoriza histórias profundas e mundos imersivos, o anúncio gerou debates sobre o futuro de títulos narrativos no cenário atual.