A Zenimax Online Studios, responsável por The Elder Scrolls Online, sofreu uma nova onda de demissões, com relatos indicando que "até metade" da equipe foi impactada. Essa decisão faz parte de um esforço para "melhorar o crescimento a longo prazo" da empresa, segundo fontes.
Um relatório da Kotaku destaca que os cortes foram "brutais", e embora o número exato de funcionários demitidos não tenha sido divulgado, há preocupações sobre como o desenvolvimento de The Elder Scrolls Online poderá prosseguir após essas demissões.
Após o anúncio, a gerente de comunidade Jessica Folsom se manifestou no fórum do jogo, reafirmando o compromisso com The Elder Scrolls Online e mencionando que o foco agora está no lançamento da Temporada Um, a primeira grande atualização após a mudança do modelo de expansões. Ela também indicou que o planejamento de atualizações futuras será "ajustado", mas sem fornecer detalhes sobre como ou quando novas informações serão divulgadas.
Os funcionários da Zenimax Online Studios receberam um e-mail explicando os cortes, que visam priorizar grandes franquias como The Elder Scrolls, Fallout, Doom, Quake e Wolfenstein. Menos de um ano atrás, o estúdio já havia enfrentado demissões significativas sob a liderança do ex-chefe da Xbox, Phil Spencer, que foram criticadas por um dos desenvolvedores afetados como "desumanas". Naquela ocasião, uma parte considerável da equipe de desenvolvimento de The Elder Scrolls Online também foi dispensada, e o projeto de MMO chamado Project Blackbird foi cancelado, resultando em mais demissões.


