A ZeniMax Online Studios, responsável por The Elder Scrolls Online, se manifestou para acalmar os fãs preocupados com o futuro do jogo após as recentes demissões na Xbox. Na semana passada, a CEO da Xbox, Asha Sharma, anunciou a demissão de 1.600 funcionários, com mais 1.600 previstos para os próximos 12 meses. A Bethesda foi uma das mais afetadas, com 379 funcionários demitidos, incluindo 213 da ZOS em Cockeysville, Maryland.
Em um e-mail enviado aos funcionários da Bethesda, Jill Braff, chefe da empresa, comentou que as demissões e a mudança na estratégia refletem a realidade do setor e a necessidade de garantir uma base mais estável para a Bethesda. Ela enfatizou a importância de fortalecer os negócios e retornar ao crescimento sustentável.
Embora The Elder Scrolls Online tenha sido impactado pelas demissões, a equipe confirmou que seu tamanho voltou ao que era durante a produção dos DLCs Wrothgar (2015) e Summerset (2018), ambos bem recebidos pelos jogadores. Essa informação foi compartilhada por Baratron, administrador do Discord UESP e jogador ativo de ESO, após um evento na Alemanha.
O diretor de design associado, Jason Barnes, e a diretora de gerenciamento de comunidade, Jessica Folsom, afirmaram que as demissões não significam o fim de ESO, nem que o jogo entrará em modo de manutenção. Kevin Gbolie, da equipe de ESO, também comentou que o plano é continuar entregando conteúdo de qualidade e que uma atualização será divulgada em breve.
Além disso, fontes próximas ao estúdio indicaram que a ZOS está apoiando um novo modelo de temporadas para ESO, buscando também colaborar mais estreitamente com a Bethesda Game Studios para apoiar a franquia Elder Scrolls como um todo.
Essas declarações seguem uma tendência de outras desenvolvedoras, como a id Software, que também enfrentou demissões e garantiu estar em condições de continuar criando jogos de qualidade. Apesar das dificuldades, tanto a ZOS quanto a id Software tentam transmitir uma mensagem positiva aos fãs em meio à reestruturação da Xbox.


