Neste domingo, 23 de agosto, comemoramos o 35º aniversário do Super Nintendo Entertainment System (SNES) na América do Norte. Para celebrar, compartilho uma perspectiva pessoal sobre como esse console e dois de seus jogos clássicos mudaram minha vida.
Na década de 1980, cresci jogando em computadores domésticos no Reino Unido, com títulos como Manic Miner e os primeiros jogos da Rare. Contudo, perdi a era dos 16 bits, pois minha família não tinha condições de adquirir um novo console. O desejo por um Atari ST e a admiração pelo Mega Drive do meu amigo me afastaram dos jogos, e acabei me dedicando ao cinema.
Foi só na metade dos anos 90, na universidade, que meu colega de quarto trouxe um SNES usado. O console já estava em seus últimos dias, com o PlayStation prestes a ser lançado e o Nintendo 64 no horizonte. Para mim, no entanto, era uma novidade. Ele trouxe consigo Super Mario World e Super Mario Kart, jogos que me deixaram impressionado.
A simplicidade gráfica de ambos os jogos não me impediu de perceber a profundidade e a sofisticação que eles ofereciam. Super Mario World me surpreendeu com suas regras inovadoras, enquanto Super Mario Kart se tornou um desafio diário entre mim e meu amigo, perfeiçoando nossas habilidades de pilotagem em pistas criadas de forma criativa.
Esses clássicos do SNES reacenderam meu amor pelos videogames e ampliaram minha visão sobre o potencial do meio. Sem eles, minha trajetória na indústria de games poderia ser bem diferente. Logo, eu estava interessado em um PlayStation, explorando o catálogo da Nintendo e ansioso pelo lançamento do Nintendo 64 e seus grandes títulos.
Se levarmos em conta o contexto pessoal, Super Mario World e Super Mario Kart são, sem dúvida, os dois melhores jogos que já joguei.