Em Dead by Daylight, a Entidade, o vilão central do jogo, se alimenta das emoções dos personagens durante as partidas. Em um post comemorativo do décimo aniversário do jogo, a desenvolvedora Behaviour Interactive revelou que não são apenas as mortes que sustentam a Entidade, mas sim as emoções vividas por cada personagem, sejam eles assassinos ou sobreviventes.
Segundo o blog, "considere as diversas emoções que cada vítima deve experimentar ao longo de um Trial", como a adrenalina da caçada, a esperança de escapar e a satisfação do assassino ao ver a luz deixar os olhos de um sobrevivente. Essas emoções são especuladas como sendo o que realmente alimenta a Entidade.
Essa dinâmica também reflete a experiência dos jogadores. Ao entrar em uma partida como sobrevivente, a ansiedade de enfrentar um bom time ou a empolgação de escapar de uma situação difícil traz uma montanha-russa de sentimentos. Jogar Dead by Daylight é, em grande parte, uma experiência de altos e baixos.
Para os sobreviventes que jogam em modo solo, essas emoções são ainda mais intensas. A vitória ao escapar com um time que não se comunica é uma sensação gratificante, especialmente quando se contrasta com momentos em que se é ignorado por colegas de equipe ou é perseguido implacavelmente por um assassino.
Do outro lado, como assassino, a tensão de cada partida é palpável. A satisfação de vencer ou até mesmo empatar uma partida torna a experiência valiosa, mesmo quando se enfrenta provocações após a partida. Cada vez que um jogador volta ao jogo, ele está, de certa forma, alimentando a Entidade, assim como os personagens dentro do jogo.
Esse ciclo de luta e celebração mantém a Entidade viva, e talvez essa seja a intenção desde o início.


